Chamou às 21h. Ninguém respondeu.
No dia seguinte alguém responde com educação. Só que ele já resolveu com quem respondeu primeiro — e nem avisa que resolveu.
Entre a pessoa te chamar e virar cliente existe um intervalo. É nele que quase todo negócio perde dinheiro — o que muda de um setor para o outro é só o nome que se dá a isso. A gente instala o que fecha esse buraco, no WhatsApp e no sistema que você já usa.
Escolha a sua. A página do seu setor fala com o nome que você usa no dia a dia e mostra o que a gente instala no seu caso — não um exemplo de outro ramo.
Paciente que chama e espera, falta na agenda, retorno que ninguém puxa.
Ver clínicas 3 escritóriosO caso chega por anúncio ou indicação e esfria antes de alguém triar.
Ver advocacia 2 escritóriosA equipe passa o dia respondendo a mesma dúvida e o lead novo espera atrás.
Ver contabilidade venda de projetoTicket alto e ciclo longo: entre a visita ao showroom e o projeto assinado, some gente.
Ver móveis planejados quem entrega leadVocê entrega o lead e leva a culpa pelo que acontece depois dele.
Ver agências quem vive de conversaO vendedor bom gasta o dia triando quem nunca ia comprar.
Ver times de vendasNem todo setor virou página, e o que a gente instala é quase o mesmo em todos: atendimento que responde na hora, CRM que registra sozinho, cobrança de retorno com data e um número no fim do mês. Descreve a sua operação em duas linhas — se já existir material sobre o seu caso, a gente manda o link em vez de marcar reunião.
São três portas, e nenhuma delas aparece no extrato. É por isso que parece que está tudo bem.
No dia seguinte alguém responde com educação. Só que ele já resolveu com quem respondeu primeiro — e nem avisa que resolveu.
Sem dono, sem etapa, sem próximo passo. Quando essa pessoa entra de férias ou sai da empresa, a carteira sai junto com ela.
Ele não te esqueceu, e quase nunca é preço. Só que ninguém chamou de volta na hora em que ele precisava de novo.
Mexa com os números do seu negócio. A conta é sua, não nossa — e é de propósito conservadora.
75 pessoas que ninguém respondeu ou puxou de volta. A conta assume que só 1 em cada 4 delas fecharia.
Conta simples: contatos × perda × ticket × 1 em cada 4 fechando. Não inclui quem já é cliente e parou de comprar, nem o tempo da sua equipe gasto triando quem nunca ia comprar.
Anúncio novo em cima de uma operação que não dá conta só aumenta a fila de gente sem resposta. Primeiro o negócio segura quem chega. Depois, sim, vale gastar para trazer mais.
No WhatsApp e no sistema que o seu negócio já usa. Sem trocar de número e sem a sua equipe aprender ferramenta nova.
Noite, fim de semana, horário de pico. A pessoa tira a dúvida que trava a decisão — preço, prazo, como funciona — e já sai com o próximo passo marcado.
Cada contato entra no CRM sozinho, com origem, dono e próximo passo. A etapa anda junto com a conversa — ninguém precisa lembrar de mover cartãozinho no fim do dia.
Quem pediu preço e sumiu, quem recebeu proposta e não respondeu, quem já comprou e parou. Cada um tem um prazo, e quando ele vence a mensagem sai — com data, não com "depois eu vejo".
Atendimento, registro e retorno só funcionam se o resto estiver de pé. Quando falta alguma peça, a gente monta — e o preço de cada uma a gente passa na conversa.
Quantos chamaram, quantos foram respondidos a tempo, quantos viraram cliente e quanto isso trouxe. Do celular, de onde você estiver — e a gente senta para olhar junto.
Exemplo ilustrativo. Números fictícios, no formato em que você recebe.
Abrir um painel de verdade por dentroQuer falar com quem já usa, antes de decidir? No diagnóstico eu te passo o contato. Prova de verdade aceita ser checada.

Desenha como o seu negócio vende e responde pela conta. É com ele que você fala quando quiser mudar qualquer coisa.

Monta a jornada do seu cliente, do primeiro contato até o fechamento, escreve o que a IA vai falar e cuida das peças que ela manda.

Constrói o sistema e mantém ele de pé. Quando alguma coisa para, é ele que conserta, e conserto não é cobrado à parte.
Uma implantação dessas precisa de três coisas ao mesmo tempo: quem entende de venda, quem desenha a jornada e quem constrói. Freelancer some no meio. Agência põe você para falar com atendimento, e quem constrói nunca te vê. Aqui, quem te atende é sócio e é quem fez.
Seu tempo investido é uma conversa de 30 minutos. O resto é com a gente.
30 minutos olhando a sua operação: por onde entra gente, onde ela para e quanto isso custa por mês. Você sai com a conta feita, mesmo que não trabalhe com a gente.
30 minutos · gratuitoConectamos o WhatsApp e o sistema que você já usa, com as suas regras e o seu jeito de falar. Sua equipe é treinada junto, não avisada depois.
2 a 4 semanas, conforme o escopoO negócio passa a responder, registrar e chamar de volta sozinho. Todo mês a gente senta e olha os números com você — e ajusta o que não estiver de pé.
acompanhamento mensal
O combinado: no fim, se fizer sentido a gente trabalhar junto, você me dá um sim ou um não verdadeiro. Nada de "vou pensar" por educação. Justo?
Não. A clínica é o setor em que a gente tem mais casos rodando, por isso ela tem a página mais completa. Hoje também roda em advocacia, contabilidade, móveis planejados, agências de marketing e times de vendas. Se o seu setor não está na lista, a peça é quase sempre a mesma: atendimento, registro e retorno.
Na maioria das vezes não. A gente conecta no WhatsApp e no sistema que o seu negócio já usa. No diagnóstico você descobre o que dá para aproveitar e o que vale trocar — e a resposta às vezes é "não troque nada agora".
Agência costuma entregar clique e alcance, e o que acontece depois que a pessoa chama não é problema dela. A gente cuida exatamente dessa parte: resposta, registro, fechamento e retorno — e mostra o resultado num painel, não num PDF de alcance.
Ela atende, tira dúvida de preço, prazo e como funciona, qualifica e marca. Assunto técnico, negociação delicada ou reclamação vai direto para a sua equipe, com a conversa inteira junto. Quem decide até onde ela vai é você.
Não é essa a ideia. Ela para de passar o dia respondendo as mesmas cinco perguntas e triando quem nunca ia comprar, e passa a cuidar de quem já está pronto para fechar. A conversa difícil continua sendo dela.
O seu negócio continua dono dos dados e a Osimplify atua como operadora, com contrato que diz o que pode e o que não pode ser feito com cada informação. O acesso é por pessoa, com registro, e nada é usado para outro fim.
Não. A sua equipe é treinada até conseguir operar sozinha, e a gente acompanha todo mês olhando os números com você. Conserto do que a gente montou não é cobrado à parte.
Depende do tamanho do negócio e do que ele já tem. O modelo tem implementação e mensalidade, e a tabela completa a gente manda no WhatsApp. No diagnóstico o valor aparece depois da conta de quanto você perde hoje — é assim que dá para comparar.